Peças de uma vida

A realidade do país
Vai além da televisão
O viver do infeliz
Já esteve em muitas mãos

Naquela noite,
o vento resolveu soprar diferente
e cortar como foice
os sonhos da  minha gente.

Sorrisos pálidos,
Amarelados diante da dor.
Olhares ávidos
Pelos motivos do horror

O que diziam os meus
Quem era? Quem foi?
O que seria meu deus?

De nada hoje eu sei
Do que vivi e do que sou
Sou eu ou eu sonhei?
Vestígios de uma dor que o tempo carregou.

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